Rede Municipal de Mulheres Negras realiza Seminário em Santo Amaro

Mesa de Abertura

Fotos: Lívia Ferreira

No último dia 19, a Rede de Mulheres Negras de Santo Amaro realizou o seminário “Mulher Negra! O que esperar dessa sociedade…?”, reunindo participantes do município e das regiões circunvizinhas para discutir sobre o bem viver da mulher negra, em comemoração ao Julho das Pretas e ao Dia da Mulher Negra (comemorado no dia 25 de julho).

O público lotou a Casa do Samba e participou de toda a programação, que contou com palestras e rodas de conversa, com foco em temas como sexualidade, afetividade e visibilidade da mulher negra. Dentre as palestrantes, esteve Lindinalva de Paula, coordenadora da Rede de Mulheres Negras da Bahia, que motivou as mulheres presentes a participarem dos espaços de protagonismo e de empoderamento. “As mulheres negras sempre foram empoderadas, sempre foram donas de seu próprio corpo e de seu próprio espaço”, ressaltou.

A mesa de abertura foi composta por Flávia Reis (NAM – Santo Amaro), Mãe Zilda (Mulheres do Axé), Dona Amélia (Sindicato dos/as Agricultores/as), Maria das Graças (Marisqueiras de Acupe), Anny Manuela (Asseba), Shagaly Ferreira (RTC – Recôncavo), Fabiana Paranaguá (Rede de Mulheres Negras de Santo Amaro), além de representações do MST e das Mulheres Quilombolas. O evento também contou com as presenças de lideranças negras do Território do Recôncavo, como Ana Bispo (Coletivo Flor de Lótus – São Francisco do Conde), Rosana Vieira (Codeter – Recôncavo), Dona Nicinha (Grupo Raízes de Santo Amaro), Priscila Mendes (Secretária de Cultura e Turismo de Maragojipe), entre outras.

Integrante da Rede de Mulheres Negras de Santo Amaro, Anete Carvalho conduziu o evento, motivando mais mulheres negras a participar da Rede. “Nosso intuito é criar uma agenda negra e feminista e aglutinar o máximo de organizações que trabalhem pela equidade social, racial e de gênero”, afirmou. O público parabenizou a organização do evento, que foi realizado em parceria com a Asseba (Associação de Sambadores e Sambadeiras  da Bahia) e a CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço), além de apoiadores locais.

Fonte: Shagaly Ferreira (Representante Territorial da Cultura – Recôncavo )

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