Entre Rios recebe XIII Encontro do Fórum de Cultura da Bahia

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O município de Entre Rios, localizado no território Litoral Norte e Agreste Baiano, será palco de um momento de integração entre representações da sociedade civil e da gestão pública de todo o estado para debater a relação entre a cultura e democracia. Acontece no próximo fim de semana, dias 21 e 22 de abril, o XIII Encontro do Fórum de Cultura da Bahia. O evento é aberto e contará com debates, apresentações culturais e oficinas. A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) está entre os parceiros do evento, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult).

A mesa de abertura, no sábado, às 9h, na Câmara Municipal de Entre Rios, reunirá diversas esferas do poder público, além de representantes dos Pontos de Cultura, dos fóruns, centros, das matrizes africanas, das instituições de ensino, entre outros. A mediação ficará a cargo de Helder Bonfim, do Fórum de Cultura da Bahia. Representando a SecultBA, o Diretor de Territorialização da Cultura, Wdileston Souza.

Na parte da tarde, às 14h, no Colégio Estadual Duque de Caxias, terá início mais uma edição do Projeto Jererê, o Ciclo de Formação e Qualificação em Cultura. As atividades são compostas por oficinas de Dança, Finanças solidárias para grupos culturais, Cultura e inclusão, além do Cineclube Jorge Conceição. A Noite Cultural encerra a programação de sábado, com espetáculos de teatro e dança.

A programação de domingo começa com a Plenária de Mestres e Mestras de Saberes. O evento, que reunirá representantes da cultura popular, começa às 9h, também no Colégio Duque de Caxias.

XIII Encontro do Fórum de Cultura da Bahia

Sábado

MESA DE ABERTURA
Local: Câmara Municipal de Entre Rios
Horário: 9h

JERERÊ – Ciclo de formação e qualificação em cultura
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
Horário: 14h
Atividades:
Oficina de Dança – Mediação: Marcio Senna – Fórum de Cultura da Bahia
Finanças Solidárias para grupos culturais – Mediação: Lídia Rafaela – Fórum de Cultura da Bahia
Cineclube Jorge Conceição – Tarja Branca, direção Cacau Rhoden.
Mediação: Karla Cajaíba – Fórum de Cultura da Bahia
Cultura e Inclusão – Mediação: Cristina Gonçalves – Fórum de Cultura da Bahia

NOITE CULTURAL
Local: Praça da Matriz
Horário: 19h
Mediação: Juliana Monique
Companhia De Teatro Elementos
Sarau Errante
Companhia Pangeia de Expressões Artísticas.
Peça Uma Página de Teatro Realista
Recital Jessica Sampaio e Wagner Jorger.
Ayá Grupo Teatral
Peça: Teatral colcha de retalhos
A saga de Maria Bonita -Rita Pinheiro
Engenho da Dança
Espetáculo: Capitães da Areia

Domingo

PLENÁRIA DE MESTRES E MESTRAS DE SABERES
Local: Câmara de Vereadores
Horário: 9h
Mediação: Rosa Bomfim – Fórum de Cultura da Bahia
Augusto Conceição – Casa do Maestro – Espaço cultural
Tokinha Cruz – Comissão Estadual de Pontos de Cultura
Sérgio Guerra – Uneb
Mestre Ademir Santana – Grupo Cultural Vamos Navegar (Itaparica)
Mestra Dona Nildes – Samba de Roda Espermacete

LINK PARA INSCRIÇÕES: https://www.even3.com.br/xiiiforumdeculturadabahia 

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Divulgados resultados preliminares de eleições do Conselho Estadual de Cultura

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A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) divulga os resultados preliminares das eleições de novos membros do Conselho Estadual de Cultura (CEC). Após o período de cadastramento e validação de eleitores e candidatos, os votos foram recebidos por meio de plataforma online na última sexta-feira (02). Os candidatos insatisfeitos com o resultado, e que tenham interesse, tem amanhã (terça-feira, 06), das 9h às 17h para entrar com recursos, que devem ser enviados por e-mail para eleicao.conselho@cultura.ba.gov.br.

CONFIRA OS RESULTADOS PRELIMINARES DAS ELEIÇÕES DO CEC 

Os recursos serão avaliados pela Comissão Eleitoral já na quarta-feira (07). O encaminhamento para o Diário Oficial do Estado da publicação do resultado final está previsto para o dia 08 de março.

O PAPEL DO CONSELHEIRO – Após a sanção da Lei Orgânica da Cultura da Bahia ao fim de 2011, o CEC passou a se compor de 30 membros titulares e 30 suplentes. Conforme previsto na lei, 2/3 dos conselheiros passaram a ser escolhidos diretamente pela sociedade civil enquanto 1/3 são representantes com histórico de contribuição para a cultura indicados por diversos órgãos do Poder Público (executivo, legislativo, judiciário).

O mandato dos conselheiros eleitos pela sociedade civil é de quatro anos com possibilidade de uma única reeleição. Conforme previsto na Lei Orgânica, para manter a renovação constante do Conselho, são realizadas eleições a cada dois anos. Na primeira eleição realizada para o Conselho, metade dos conselheiros eleitos (10 titulares / 10 suplentes) tiveram um mandato excepcional de apenas dois anos.

Os conselheiros estaduais de cultura recebem remuneração em forma de jetons quando participam de reuniões oficiais do Conselho. Além disso, como as sessões plenárias costumam acontecer na sede do CEC, na capital baiana, os conselheiros que residem no interior têm suas despesas (transporte e diária) pagas pela Secult/BA.

Entre as atividades dos conselheiros está a formulação de contribuições para a política pública de Cultura; a aprovação dos planos de desenvolvimento setoriais e territoriais de cultura; a manifestação sobre a desapropriação de bens culturais que devem ficar sob a administração direta ou indireta do Estado; e, de modo deliberativo, a decisão quanto à proteção e tombamento dos bens culturais materiais e registros especiais de bens culturais imateriais do Estado.

Ao CEC também compete propor medidas de estímulo, amparo, valorização e difusão da cultura, bem como de proteção dos bens culturais do Estado; manter articulação com órgãos federais, estaduais, municipais, universidades, institutos de educação superior e outras instituições culturais, com o fim de assegurar a coordenação e elaboração de programas e projetos culturais.

DIVERSIDADE ENTRE OS REPRESENTANTES ASSEGURADA – Serão eleitos como conselheiros representando os segmentos culturais os 10 candidatos mais bem votados, sendo que os cinco primeiro serão eleitos titulares e os cinco demais suplentes. Deverá ser respeitada, contudo, a condição de que cada segmento só terá apenas um membro o representando.

Isso significa, por exemplo, que se o segmento de festas populares alcançar obter dois candidatos entre os 10 mais votados, apenas o primeiro mais bem colocado terá assento no Conselho, seja na condição de titular ou suplente. Assim 10 distintos segmentos estarão contemplados. A mesma regra e lógica se aplicam aos candidatos inscritos por territórios, o que permitirá que 10 territórios diferentes tenham representante (5 titulares e 5 suplentes). Além disso, só puderam se inscrever candidatos que representavam segmentos ou territórios que hoje não têm representantes no CEC.

SecultBA divulga novo cronograma de eleições do Conselho Estadual de Cultura

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A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia torna público o resultado da primeira análise, por parte da Comissão das Eleições do Conselho Estadual de Cultura, com correções que foram realizadas após a divulgação ocorrida na última quarta-feira (21). Confira a lista aqui. Devido esta alteração, a SecultBA estabeleceu um novo cronograma para o processo eleitoral, e os candidatos inabilitados podem entrar com recurso das 9h do dia 24 até as 18h do dia 27 de fevereiro de 2018. Confira o novo cronograma completo aqui.

Os recursos, que também serão analisados no âmbito da comissão eleitoral, devem ser preenchidos em formulário que estará disponível na mesma plataforma digital de inscrição e devem ser remetidos para o e-mail: eleicao.conselho@cultura.ba.gov.br

Além de homologar candidaturas e avaliar recursos, a Comissão está responsável por apurar, divulgar e assegurar a lisura do processo e dos resultados da eleição. A análise dos recursos será feita na quarta-feira (28), e a lista final dos candidatos será divulgada no dia 01 de março.

Já a eleição ocorrerá a partir das 00:00h até as 23:59h do dia 02 de março (sexta-feira) na mesma plataforma utilizada para as inscrições. Os eleitores poderão conferir o currículo e as propostas dos candidatos e tem direito a dois votos um para conselheiro por segmento e outro para conselheiro por território. Serão escolhidos no total 20 novos conselheiros de cultura da Bahia (10 titulares e 10 suplentes).

Homologação eleitores 23.02.18

SecultBA prorroga prazo de adesão ao Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura

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A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) prorroga, até 23 de março, o prazo para preenchimento do Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura. O Panorama é um documento público que reúne informações acerca da institucionalidade da cultura nos municípios baianos, seu conteúdo realiza comparativos históricos e registra a memória da criação e implementação dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia. A última versão do documento (2015) está disponível aqui.

O documento fornecerá dados importantes acerca da constituição dos elementos constitutivos dos sistemas municipais, sobre o processo de adesão ao Sistema Estadual de Cultura da Bahia através do Programa Municípios Culturais e sobre a memória da institucionalização da cultura nos municípios baianos.

Foram preparados dois questionários para a fase de coleta de informações do Panorama 2017, um de preenchimento exclusivo dos municípios que realizaram adesão ao Programa Municípios Culturais, para acessá-lo clique aqui, e outro questionário para os municípios não aderentes ao Programa, para acessá-lo clique aqui.

Todos os municípios tem até 23 de março de 2018 para preencher o formulário e encaminhar via e-mail a documentação comprobatória das informações declaradas no questionário, os dados coletados serão sistematizados e tabulados para produção do texto do Panorama que deverá ser lançado ainda no primeiro semestre de 2018.

Dúvidas e mais informações acerca do preenchimento do questionário podem ser acessadas através da Coordenação de Sistemas e Projetos Especiais da DTC no telefone (71) 3103-3424 ou pelo e-mail: municipios.culturais@cultura.ba.gov.br

Cadastro para eleições do Conselho Estadual de Cultura se encerra no domingo (18)

 

Interessados em participar como eleitores ou candidatos a conselheiros estaduais de cultura da Bahia têm até as 17h deste domingo, 18, para registrar suas inscrições no processo eleitoral que irá definir os 20 novos conselheiros (10 titulares e 10 suplentes). Metade das vagas é destinada a candidatos representantes de segmentos culturais e a outra metade para representantes dos territórios de identidade.

 Aberto desde o fim de dezembro, o cadastramento é realizado por via de plataforma digital criada pela Secretaria de Cultura da Bahia (Secult/BA), responsável pela organização do pleito. A página de inscrição pode ser acessada aqui ( http://cec2017.plataformavirtualdevotacao.com.br/index.aspx ), ou a partir de link na página inicial do site da Secult/BA. Não apenas as inscrições, mas todo o processo eleitoral será realizado por via da plataforma digital.

 Para o presidente do Conselho Estadual de Cultura (CEC), Emílio Tapioca, a comunidade cultural deve assumir a responsabilidade de participar e fortalecer o CEC.

 “O CEC é um órgão de suma importância para discussão, debate e proposições não apenas das políticas de cultura do Estado, mas também das diversas políticas públicas que atuam no campo da cultura. Acreditamos que agentes, produtores e fazedores de cultura devem se engajar neste espaço de construção política”, assinalou Tapioca.

 QUEM PODE VOTAR E SE CANDIDATAR

Para participar do processo como eleitor é necessário ser maior de 18 anos, residir na Bahia, não possuir cargo comissionado em nenhum ente da administração pública, não ser servidor da Secult/BA, entre outras declarações que deverão ser assinaladas no formulário de cadastramento. Os eleitores poderão votar em um candidato para representante de território de identidade e um candidato para representante de segmento.

 Já os candidatos a conselheiro só poderão se inscrever ou para vagas destinadas aos segmentos ou para os territórios. Além dos critérios já mencionados para eleitores, o candidato deve preencher currículo demonstrando atuação no território ou segmento cultural, expor proposta para atuação no CEC, apresentar justificativa de sua candidatura, assim como outras declarações obrigatórias solicitadas no cadastro.

 O PAPEL DO CONSELHEIRO

Após a sanção da Lei Orgânica da Cultura da Bahia ao fim de 2011, o CEC passou a se compor de 30 membros titulares e 30 suplentes. Conforme previsto na lei, 2/3 dos conselheiros passaram a ser escolhidos diretamente pela sociedade civil enquanto 1/3 são representantes com histórico de contribuição para a cultura indicados por diversos órgãos do Poder Público (executivo, legislativo, judiciário).

 O mandato dos conselheiros eleitos pela sociedade civil é de quatro anos, com possibilidade de uma única reeleição. Conforme previsto na Lei Orgânica, para manter a renovação constante do Conselho, são realizadas eleições a cada dois anos. Na primeira eleição realizada para o Conselho, metade dos conselheiros eleitos (10 titulares / 10 suplentes) tiveram um mandato excepcional de apenas dois anos.

 Os conselheiros estaduais de cultura recebem remuneração em forma de jetons quando participam de reuniões oficiais do Conselho. Além disso, como as sessões plenárias costumam acontecer na sede do CEC, na capital baiana, os conselheiros que residem no interior têm suas despesas (transporte e diária) pagas pela SecultBA.

 Entre as atividades dos conselheiros está a formulação de contribuições para a política pública de Cultura; a aprovação dos planos de desenvolvimento setoriais e territoriais de cultura; a manifestação sobre a desapropriação de bens culturais que devem ficar sob a administração direta ou indireta do Estado; e, de modo deliberativo, a decisão quanto à proteção e tombamento dos bens culturais materiais e registros especiais de bens culturais imateriais do Estado.

 Ao CEC também compete propor medidas de estímulo, amparo, valorização e difusão da cultura, bem como de proteção dos bens culturais do Estado; manter articulação com órgãos federais, estaduais, municipais, universidades, institutos de educação superior e outras instituições culturais, com o fim de assegurar a coordenação e elaboração de programas e projetos culturais.

 DIVERSIDADE ENTRE OS REPRESENTANTES ASSEGURADA 

Serão eleitos como conselheiros representando os segmentos culturais os 10 candidatos mais bem votados, sendo que os cinco primeiro serão eleitos titulares e os cinco demais suplentes. Deverá ser respeitada, contudo, a condição de que cada segmento só terá apenas um membro o representando.

 Isso significa, por exemplo, que se o segmento de festas populares alcançar obter dois candidatos entre os 10 mais votados, apenas o primeiro mais bem colocado terá assento no Conselho, seja na condição de titular ou suplente. Assim 10 distintos segmentos estarão contemplados. A mesma regra e lógica se aplicam aos candidatos inscritos por territórios, o que permitirá que 10 territórios diferentes tenham representantes.

 Além disso, só poderão se inscrever candidatos que representem segmentos ou territórios que hoje não têm representantes no CEC. A lista dos territórios e segmentos que podem ter candidatos aptos à inscrição está anexada na portaria que regula o processo eleitoral. A portaria, cronograma e demais informações estão disponíveis aqui http://cec2017.plataformavirtualdevotacao.com.br/index.aspx

 

Entenda o papel do Conselheiro de Cultura e participe do processo eleitoral

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Estão abertas as inscrições para eleitores e candidatos do processo eleitoral que irá definir 20 novos conselheiros estaduais de cultura (10 titulares, 10 suplentes) oriundos da sociedade civil. Todo o processo, da inscrição até a eleição, se dá por meio de plataforma digital que pode ser acessada na página da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), responsável pela organização do pleito. O cadastramento permanece aberto até o dia 18 de fevereiro.

Quem pode se candidatar e o que faz um conselheiro de cultura da Bahia?

Para ser candidato ao posto de conselheiro, o agente, produtor ou ativista cultural deve preencher os seguintes requisitos: ser maior de 18 anos; residir na Bahia; não possuir cargo em nenhum ente da administração pública; preencher currículo demonstrando atuação no território ou segmento cultural em que pretende se candidatar; expor proposta para atuação no Conselho e apresentar justificativa da candidatura.

No caso do candidato para representação por território de identidade, deve ser apresentada também declaração emitida por Colegiado de Desenvolvimento Territorial (CODETER), Ponto de Cultura, Consórcio Público ou outro coletivo cultural reconhecido, de que atua no território pelo qual se candidata.

Mais informações sobre o processo eleitoral podem ser diretamente conferidas na portaria que regula o pleito que pode ser acessada aqui.

Qual é o papel do Conselheiro de Cultura?

“Ser conselheiro de cultura é travar uma grande batalha em favor da Cultura. Precisamos fazer valer a destinação e a execução dos recursos para a Cultura. Fazer valer a Lei Orgânica de Cultura do Estado, para que ela não seja apenas um texto inerte, morto. É dar voz aos artistas e os agentes culturais que batalham para produzir a Cultura no nosso Estado”, responde Márcio Ângelo Ribeiro, conselheiro eleito no segmento territorial representando o território de identidade do Sertão do São Francisco.

Após a sanção da Lei Orgânica da Cultura da Bahia ao fim de 2011, o Conselho Estadual de Cultura (CEC) passou a se compor de 30 membros titulares e 30 suplentes. Conforme previsto na lei, 2/3 dos conselheiros passaram a ser escolhidos diretamente pela sociedade civil enquanto 1/3 são representantes com histórico de contribuição para a cultura indicados por diversos órgãos do Poder Público (executivo, legislativo, judiciário).

O mandato dos conselheiros eleitos pela sociedade civil é de quatro anos, com possibilidade de uma única reeleição. Conforme previsto na Lei Orgânica, para manter a renovação constante do Conselho, são realizadas eleições a cada dois anos. Na primeira eleição realizada para o Conselho, metade dos conselheiros eleitos (10 titulares / 10 suplentes) tiveram um mandato excepcional de apenas dois anos.

“Hoje a divisão das vagas de conselheiros titulares e suplentes obedece ainda o seguinte critério: metade das vagas para conselheiros eleitos como representantes dos territórios de identidade da Bahia [são 27 territórios de identidade] e a outra metade conselheiros eleitos por segmentos culturais [são 108 segmentos]”, explica Ana Vaneska, vice-presidente do CEC.

Os conselheiros estaduais de cultura recebem remuneração em forma de jetons quando participam de reuniões oficiais do Conselho. Além disso, como as sessões plenárias costumam acontecer na sede do CEC, na capital baiana, os conselheiros que residem no interior têm suas despesas (transporte e diária) pagas pela SecultBA.

Entre as atividades dos conselheiros está a formulação de contribuições para a política pública de Cultura; a aprovação dos planos de desenvolvimento setoriais e territoriais de cultura; a manifestação sobre a desapropriação de bens culturais que devem ficar sob a administração direta ou indireta do Estado; e, de modo deliberativo, a decisão quanto à proteção e tombamento dos bens culturais materiais e registros especiais de bens culturais imateriais do Estado.

Ao CEC também compete propor medidas de estímulo, amparo, valorização e difusão da cultura, bem como de proteção dos bens culturais do Estado; manter articulação com órgãos federais, estaduais, municipais, universidades, institutos de educação superior e outras instituições culturais, com o fim de assegurar a coordenação e elaboração de programas e projetos culturais.

Representatividade no processo eleitoral

Serão eleitos como conselheiros representando os segmentos culturais os dez candidatos mais bem votados, sendo que os cinco primeiro serão eleitos titulares e os cinco demais suplentes. Deverá ser respeitada, contudo, a condição de que cada segmento só terá apenas um membro o representando.

Isso significa, por exemplo, que se o segmento de festas populares tiver dois candidatos entre os 10 mais votados, apenas o primeiro mais bem colocado terá assento no Conselho, seja na condição de titular ou suplente. Assim 10 distintos segmentos estarão contemplados. A mesma regra e lógica se aplicará aos candidatos inscritos por territórios, o que permitirá que 10 territórios diferentes tenham representantes.

Além disso, só poderão se inscrever candidatos que representem segmentos ou territórios que hoje não têm representantes no CEC. A lista dos territórios e segmentos que podem ter candidatos aptos à inscrição está anexada na mesma portaria que regula o processo eleitoral.

Estão abertas as inscrições para eleitores e candidatos do processo eleitoral que irá definir 20 novos conselheiros estaduais de cultura (10 titulares, 10 suplentes) oriundos da sociedade civil. Todo o processo, da inscrição até a eleição, se dá por meio de plataforma digital que pode ser acessada na página da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), responsável pela organização do pleito. O cadastramento permanece aberto até o dia 18 de fevereiro.

Prorrogadas inscrições para participação na eleição que definirá novos conselheiros de cultura da Bahia

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A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) publicou na manhã desta quinta-feira, 01, no Diário Oficial do Estado, portaria que altera o calendário do processo eleitoral que irá definir 10 novos representantes titulares da sociedade civil como Conselheiros Estaduais de Cultura, bem como seus respectivos 10 suplentes.

As inscrições para candidatos e eleitores por meio de plataforma digital, que deve ser acessada diretamente na página da SecultBA (www.cultura.ba.gov.br), agora seguirão até as 17h do dia 18 de fevereiro (domingo). O novo calendário pode ser conferido aqui.

Para participar do processo como eleitor é necessário ser maior de 18 anos, residir na Bahia, não possuir cargo comissionado em nenhum ente da administração pública, não ser servidor da SecultBA, entre outras declarações que deverão ser assinaladas no formulário de cadastramento. Os eleitores poderão votar em um candidato para representante de território de identidade e um candidato para representante de segmento.

Já os candidatos a conselheiro só poderão se inscrever ou para vagas destinadas aos segmentos ou para os territórios. Além dos critérios já mencionados para eleitores, o candidato deve preencher currículo demonstrando atuação no território ou segmento cultural, expor proposta para atuação no Conselho Estadual de Cultura (CEC), apresentar justificativa de sua candidatura, assim como outras declarações obrigatórias solicitadas no cadastro.

Metade das vagas (cinco titulares e cinco suplentes) se destina a membros dos segmentos culturais e a outra metade, com mesma composição, a representantes dos territórios de identidade cultural do Estado. Todos os mandatos são para um período de quatro anos (2018/2021).

Comissão eleitoral
 – Todo o processo eleitoral é organizado pela SecultBA sob a supervisão de uma Comissão Eleitoral responsável pela validação e homologação de candidatos e eleitores. Esta Comissão está formada por cinco membros: dois representantes indicados pela SecultBA, um indicado pelo Conselho Estadual de Cultura, outro pelo Fórum dos Dirigentes Municipais de Cultura e mais um pelo Fórum de Cultura da Bahia – cada um dos indicados com seus respectivos suplentes. A Comissão é responsável ainda por julgar recursos, apurar, divulgar e assegurar a lisura do processo e dos resultados da eleição.

A divulgação das candidaturas homologadas agora acontece no dia 21 de fevereiro de 2018 e o período de apresentação de recursos será das 9h do dia 22 de fevereiro até 18h do dia 25 do mesmo mês. Os recursos devem ser remetidos – em formulário que estará disponível na plataforma digital – para o e-mail: eleicaoconselho2018@cultura.ba.gov.br. Já a eleição propriamente ocorrerá das 0h às 23h59m do dia 27 de fevereiro por meio da mesma plataforma.

Diversidade na representação de segmentos e territórios – Serão eleitos como conselheiros representando os segmentos culturais os dez candidatos mais bem votados, sendo que os cinco primeiro serão eleitos titulares e os cinco demais suplentes. Deverá ser respeitada, contudo, a condição de que cada segmento só terá apenas um membro o representando.

Isso significa, por exemplo, que se o segmento de festas populares alcançar obter dois candidatos entre os 10 mais votados, apenas o primeiro mais bem colocado terá assento no Conselho, seja na condição de titular ou suplente. Assim 10 distintos segmentos estarão contemplados. A mesma regra e lógica se aplicará aos candidatos inscritos por territórios, o que permitirá que 10 territórios diferentes tenham representantes.

Além disso, só poderão se inscrever candidatos que representem segmentos ou territórios que hoje não têm representantes no CEC. A lista dos territórios e segmentos que podem ter candidatos aptos à inscrição está anexada na portaria original que regula e define os critérios do processo e pode ser conferida aqui.

Serviço

Processo eleitoral Conselho de Cultura da Bahia
Inscrições de eleitores e candidatos: até 18 de fevereiro de 2018, às 17h
Eleição: 00h às 23h59 de 27 de fevereiro de 2018

Últimos dias para cadastramento no Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia

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Para reunir informações acerca da institucionalidade da cultura nos municípios baianos, com conteúdo que realiza comparativos históricos e registra a memória da criação e implementação dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) convoca todos os municípios baianos a participarem do Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia 2017.

Os municípios têm até 09 de fevereiro, sexta-feira, para realizar o preenchimento online do questionário. Todas as informações fornecidas serão tabuladas e sistematizadas pela Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (SUDECULT) – Diretoria de Territorialização da Cultura (DTC). As inscrições foram abertas em dezembro de 2017.

O documento fornecerá dados importantes acerca do estabelecimento dos elementos constitutivos dos sistemas municipais, e sobre o processo de adesão ao Sistema Estadual de Cultura da Bahia através do programa Municípios Culturais.

Foram preparados dois questionários para a fase de coleta de informações do Panorama 2017. Um de preenchimento exclusivo dos municípios que realizaram adesão ao Programa Municípios Culturais, para acessá-lo clique aqui https://goo.gl/2VFgfQ. E outro questionário para os municípios não aderentes, para acessá-lo clique aqui https://goo.gl/YcyRVz.

O lançamento do Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia 2017 está previsto para acontecer durante o V Encontro de Política e Gestão Culturais da Bahia, em 2018.

Dúvidas e mais informações acerca do preenchimento do questionário podem ser acessadas através da Coordenação de Sistemas e Projetos Especiais da DTC no telefone (71) 3103-3424 ou pelo e-mail: municipios.culturais@cultura.ba.gov.br

Desenvolvimento territorial da cultura registrou importante balanço em 2017

Políticas desenvolvidas pela SecultBA, por meio da Sudecult, contemplaram a diversidade dos 27 territórios de identidade baianos.

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Ações e projetos realizados de forma participativa, articulando instituições públicas, privadas e sociedade civil, movimentaram o ano de 2017 da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). O balanço anual foi avaliado de forma positiva pela superintendência, que é responsável por ações para o desenvolvimento territorial da cultura para o benefício dos 27 Territórios de Identidade da Bahia, respeitando as diferentes características que compõem a diversidade cultural do estado.

O superintendente da Sudecult, Sandro Magalhães, reafirma a importância fundamental da organização e institucionalização do campo da cultura para as políticas públicas na Bahia. “Com programas inovadores, parcerias com a comunidade cultural e uma equipe dedicada, estamos avançando na institucionalização nos municípios, na ampliação das ações de cidadania cultural e na dinamização dos espaços culturais na Bahia”, declara, destacando a dedicação dos profissionais da superintendência, formada pelas diretorias de Territorialização da Cultura (DTC), de Espaços Culturais (DEC) e de Cidadania Cultural (DCC).

Atendimento (Seabra)

Pontos de Cultura –

Permanecendo como uma das principais ações de frente da Sudecult, a Política Nacional de Cultura Viva e nela o Programa Mais Cultura, teve seu Programa de Formação e Acompanhamento estruturado. Os Pontos de Cultura ganharam uma Central de Atendimento, que em seu primeiro ano, já realizou mais de 1000 atendimentos através das diversas vias de comunicação – presencial, virtual e telefônica. O serviço público disponibilizado aos gestores dos Pontos de Cultura visa o atendimento, em tempo real, orientação, monitoramento e acompanhamento de suas demandas relativas à execução do projeto e prestação de contas.

Foram vistoriados 87 Pontos de Cultura em todo estado, um número recorde para a superintendência. As vistorias aos Pontos de Cultura visam o acompanhamento da execução e gestão dos projetos de Pontos de Cultura, orientando seus coordenadores em relação aos procedimentos necessários para a correta utilização dos recursos e alcance dos objetivos propostos. Em 2017, 50 mil cidadãos se envolveram em atividades dos Pontos de Cultura espalhados pelos 27 territórios de identidade.

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Municípios Culturais –

Entre os projetos de destaque em 2017, foi lançado o Programa Municípios Culturais, que contribuiu com o fortalecimento do desenvolvimento da política Territorial e, em seu primeiro ano, atingiu 67% dos municípios baianos. A segunda fase, que terá início em 2018 já com adesão de 279 municípios, deve contribuir com a maior descentralização dos projetos artísticos e culturais da SecultBA, que serão ofertados para as cidades ao concluírem os seus planos de trabalho.

Foi também lançado o Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia, ferramenta que possibilita o mapeamento do processo de institucionalização da cultura nos municípios baianos. O documento foi elaborado para fornecer dados importantes acerca da constituição dos elementos constitutivos dos sistemas municipais e sobre o processo de adesão ao Sistema Estadual de Cultura da Bahia através do Programa Municípios Culturais.

Também foi realizada pesquisa sobre a organização da cultura e o perfil cultural dos territórios de identidade da Bahia, com intuito de apresentar um balanço das políticas culturais executadas nos últimos anos. O resultado deste trabalho deve ser apresentado à sociedade numa publicação que será lançada em 2018.

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Ocupe Seu Espaço –

Mais um projeto inédito lançado em 2017, a Convocatória Ocupe Seu Espaço promoveu a dinamização dos espaços culturais da SecultBA. A campanha marcou também a comemoração dos 10 anos da Diretoria de Espaços Culturais (DEC), ligada à Sudecult.

Na campanha Ocupe seu Espaço foram realizadas as inscrições de 03 (três) chamadas públicas, 02 (duas) para serem realizadas ao longo desse ano e 01 (uma) para o primeiro semestre de 2018. Ressalta-se que na primeira edição, ocorrida em março/2017, das 144 propostas recebidas, foram selecionadas 119. Já na segunda edição, em agosto, foram recebidas 373 inscrições e contempladas 169, inclusive propostas de outros estados, sendo: 04 (quatro) propostas do Rio de Janeiro, 01 (uma) de Pernambuco, 01 (uma) de Santa Catarina e 02 (duas) de São Paulo. Como uma forma de apoio, as propostas contempladas pelo Ocupe recebem o desconto de 50% (cinquenta por cento) nos valores de pautas.

O projeto alcançou sucesso e ressaltou a importância da ocupação dos espaços culturais por propostas das mais diversas vias. Cabe ressaltar que no ano de 2017 os Espaços Culturais da SecultBA foram ocupados por um público de aproximadamente 400 mil pessoas.

BAVI_Ocupe Seu Espaço

Requalificação dos espaços culturais –

Em 2017, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) investiu mais de R$ 1 milhão em serviços de manutenção e de requalificação em seis espaços culturais com características cênicas localizados em cinco municípios baianos. Dentre os destaques, estão as obras de requalificação do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, localizado em Vitória da Conquista, para adequá-lo às normas atuais de segurança, combate a incêndio, pânico e acessibilidade.

O projeto e a experiência adquirida em Camillo de Jesus Lima será base para outros sete espaços culturais, que possuem as mesmas características arquitetônicas. O próximo a receber tais readequações é o Centro de Cultura Adonias Filho, localizado em Itabuna, cuja licitação está em vias de finalização.

 Solar da Infância - Edital de Dinamização de Espaços Culturais (2)

Encontros e debates –

Envolver a comunidade cultural nos debates sobre as políticas públicas do estado tem sido característica do trabalho da Sudecult em prol do fortalecimento e melhorias neste cenário. Dentre os eventos realizados em 2017, mais de 400 agentes culturais se deslocaram até Feira de Santana para participar do do IV Encontro de Gestão e Políticas Culturais. O evento teve a participação de Dirigentes municipais, legisladores (vereadores, deputados e assessores parlamentares), conselheiros de cultura, gestores de espaços culturais, gestores sociais da cultura e ainda pesquisadores, estudantes, artistas, produtores e ativistas.

O Seminário Cultura Viva contou com três edições no ano de 2017. Foram debatidos de os seguintes temas: Módulo I – Prestação de Contas; Módulo II – Boas práticas de Comunicação em Rede; Módulo III – Políticas Culturais Cidadania e Territórios. Todas as edições foram realizadas no IAT – Instituto Anísio Teixeira, com transmissão via web. A participação foi significativa, contando com público total de 409 participantes.

Aconteceu também, o Seminário de Formação e Qualificação em Cultura, realizado em 31 de outubro e 1 de novembro no Museu de Arte da Bahia (MAB). O Seminário mobilizou representantes de oito Universidades públicas da Bahia, de sete organizações sociais de diferentes territórios de identidade e contou com um público participante de cerca de 80 pessoas. A reativação da Rede de Formação em Cultura durante realização do Encontro de Formação em Cultura, em Salvador, foi imprescindível ao fortalecimento dos sistemas. Além das participações perenes do Conselho Estadual de Cultura da Bahia e da ADIMCBA, como instrumentos pioneiros pela institucionalização da Cultura.

 Seminário Cultura Viva mod 3

05/01/2018

Desenvolvimento territorial da cultura registrou importante balanço em 2017

Políticas desenvolvidas pela SecultBA, por meio da Sudecult, contemplaram a diversidade dos 27 territórios de identidade baianos.

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Ações e projetos realizados de forma participativa, articulando instituições públicas, privadas e sociedade civil, movimentaram o ano de 2017 da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). O balanço anual foi avaliado de forma positiva pela superintendência, que é responsável por ações para o desenvolvimento territorial da cultura para o benefício dos 27 Territórios de Identidade da Bahia, respeitando as diferentes características que compõem a diversidade cultural do estado.

O superintendente da Sudecult, Sandro Magalhães, reafirma a importância fundamental da organização e institucionalização do campo da cultura para as políticas públicas na Bahia. “Com programas inovadores, parcerias com a comunidade cultural e uma equipe dedicada, estamos avançando na institucionalização nos municípios, na ampliação das ações de cidadania cultural e na dinamização dos espaços culturais na Bahia”, declara, destacando a dedicação dos profissionais da superintendência, formada pelas diretorias de Territorialização da Cultura (DTC), de Espaços Culturais (DEC) e de Cidadania Cultural (DCC).

 

Atendimento (Seabra)

Pontos de Cultura –

Permanecendo como uma das principais ações de frente da Sudecult, a Política Nacional de Cultura Viva e nela o Programa Mais Cultura, teve seu Programa de Formação e Acompanhamento estruturado. Os Pontos de Cultura ganharam uma Central de Atendimento, que em seu primeiro ano, já realizou mais de 1000 atendimentos através das diversas vias de comunicação – presencial, virtual e telefônica. O serviço público disponibilizado aos gestores dos Pontos de Cultura visa o atendimento, em tempo real, orientação, monitoramento e acompanhamento de suas demandas relativas à execução do projeto e prestação de contas.

Foram vistoriados 87 Pontos de Cultura em todo estado, um número recorde para a superintendência. As vistorias aos Pontos de Cultura visam o acompanhamento da execução e gestão dos projetos de Pontos de Cultura, orientando seus coordenadores em relação aos procedimentos necessários para a correta utilização dos recursos e alcance dos objetivos propostos. Em 2017, 50 mil cidadãos se envolveram em atividades dos Pontos de Cultura espalhados pelos 27 territórios de identidade.

Vistoria_Jacobina

Municípios Culturais –

Entre os projetos de destaque em 2017, foi lançado o Programa Municípios Culturais, que contribuiu com o fortalecimento do desenvolvimento da política Territorial e, em seu primeiro ano, atingiu 67% dos municípios baianos. A segunda fase, que terá início em 2018 já com adesão de 279 municípios, deve contribuir com a maior descentralização dos projetos artísticos e culturais da SecultBA, que serão ofertados para as cidades ao concluírem os seus planos de trabalho.

Foi também lançado o Panorama dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia, ferramenta que possibilita o mapeamento do processo de institucionalização da cultura nos municípios baianos. O documento foi elaborado para fornecer dados importantes acerca da constituição dos elementos constitutivos dos sistemas municipais e sobre o processo de adesão ao Sistema Estadual de Cultura da Bahia através do Programa Municípios Culturais.

Também foi realizada pesquisa sobre a organização da cultura e o perfil cultural dos territórios de identidade da Bahia, com intuito de apresentar um balanço das políticas culturais executadas nos últimos anos. O resultado deste trabalho deve ser apresentado à sociedade numa publicação que será lançada em 2018.

 Seminário de Formação e Qualificação de Cultura_ft_LucasRosário (16)

Ocupe Seu Espaço –

Mais um projeto inédito lançado em 2017, a Convocatória Ocupe Seu Espaço promoveu a dinamização dos espaços culturais da SecultBA. A campanha marcou também a comemoração dos 10 anos da Diretoria de Espaços Culturais (DEC), ligada à Sudecult.

Na campanha Ocupe seu Espaço foram realizadas as inscrições de 03 (três) chamadas públicas, 02 (duas) para serem realizadas ao longo desse ano e 01 (uma) para o primeiro semestre de 2018. Ressalta-se que na primeira edição, ocorrida em março/2017, das 144 propostas recebidas, foram selecionadas 119. Já na segunda edição, em agosto, foram recebidas 373 inscrições e contempladas 169, inclusive propostas de outros estados, sendo: 04 (quatro) propostas do Rio de Janeiro, 01 (uma) de Pernambuco, 01 (uma) de Santa Catarina e 02 (duas) de São Paulo. Como uma forma de apoio, as propostas contempladas pelo Ocupe recebem o desconto de 50% (cinquenta por cento) nos valores de pautas.

O projeto alcançou sucesso e ressaltou a importância da ocupação dos espaços culturais por propostas das mais diversas vias. Cabe ressaltar que no ano de 2017 os Espaços Culturais da SecultBA foram ocupados por um público de aproximadamente 400 mil pessoas.

BAVI_Ocupe Seu Espaço

Requalificação dos espaços culturais –

Em 2017, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) investiu mais de R$ 1 milhão em serviços de manutenção e de requalificação em seis espaços culturais com características cênicas localizados em cinco municípios baianos. Dentre os destaques, estão as obras de requalificação do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, localizado em Vitória da Conquista, para adequá-lo às normas atuais de segurança, combate a incêndio, pânico e acessibilidade.

O projeto e a experiência adquirida em Camillo de Jesus Lima será base para outros sete espaços culturais, que possuem as mesmas características arquitetônicas. O próximo a receber tais readequações é o Centro de Cultura Adonias Filho, localizado em Itabuna, cuja licitação está em vias de finalização.

 Solar da Infância - Edital de Dinamização de Espaços Culturais (2)

Encontros e debates –

Envolver a comunidade cultural nos debates sobre as políticas públicas do estado tem sido característica do trabalho da Sudecult em prol do fortalecimento e melhorias neste cenário. Dentre os eventos realizados em 2017, mais de 400 agentes culturais se deslocaram até Feira de Santana para participar do do IV Encontro de Gestão e Políticas Culturais. O evento teve a participação de Dirigentes municipais, legisladores (vereadores, deputados e assessores parlamentares), conselheiros de cultura, gestores de espaços culturais, gestores sociais da cultura e ainda pesquisadores, estudantes, artistas, produtores e ativistas.

O Seminário Cultura Viva contou com três edições no ano de 2017. Foram debatidos de os seguintes temas: Módulo I – Prestação de Contas; Módulo II – Boas práticas de Comunicação em Rede; Módulo III – Políticas Culturais Cidadania e Territórios. Todas as edições foram realizadas no IAT – Instituto Anísio Teixeira, com transmissão via web. A participação foi significativa, contando com público total de 409 participantes.

Aconteceu também, o Seminário de Formação e Qualificação em Cultura, realizado em 31 de outubro e 1 de novembro no Museu de Arte da Bahia (MAB). O Seminário mobilizou representantes de oito Universidades públicas da Bahia, de sete organizações sociais de diferentes territórios de identidade e contou com um público participante de cerca de 80 pessoas. A reativação da Rede de Formação em Cultura durante realização do Encontro de Formação em Cultura, em Salvador, foi imprescindível ao fortalecimento dos sistemas. Além das participações perenes do Conselho Estadual de Cultura da Bahia e da ADIMCBA, como instrumentos pioneiros pela institucionalização da Cultura.

 Seminário Cultura Viva mod 3

05/01/2018