Teatro Popular de Ilhéus apresenta espetáculo em Escola Cultural de Itabuna

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O grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI) apresenta o espetáculo ‘Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito’, neste sábado (23), às 16h30min, no Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães, em Itabuna no Sul do Estado. A entrada é gratuita. A apresentação visa promover o projeto Escolas Culturais, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio das secretarias de Educação, de Justiça e de Cultura, através da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult).

Em Teodorico Majestade, uma sátira política em linguagem de cordel, um prefeito beberrão e corrupto da fictícia cidade de Ilha Bela, está prestes a ser expulso do cargo pela população. Na tentativa de se livrar das acusações, o prefeito negocia sua permanência no cargo. O conteúdo inusitado das conversas vem garantindo o riso da platéia desde o lançamento do espetáculo há 10 anos.

A montagem já foi encenada em diversas cidades da Bahia, incluindo Salvador, além de outras capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Maceió. Mais que distrair as pessoas com as situações divertidas envolvendo o prefeito, o espetáculo pode estimular o pensamento sobre a necessidade de tornar este tipo de político uma exceção e não a regra no país.

Escolas Culturais – A proposta entende a escola como centro de formação social, cultural e profissional e se propõe a fortalecer valores de cidadania a fim de proteger crianças e jovens dos efeitos da violência, da desinformação e, principalmente, da falta de perspectivas de vida. O projeto Escolas Culturais utiliza-se das mais diversas linguagens artísticas para estabelecer contato com cada um dos estudantes das escolas públicas da rede estadual. Para viabilizar o projeto, está em curso a elaboração de um aditivo do contrato de gestão entre o IASPM, instituto responsável pela gestão da orquestra infanto-juvenil Neojibá, e a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social.

O Teatro Popular de Ilhéus é apoiado financeiramente pelo Programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). As atividades do grupo e do espaço cultural que administra (Tenda) podem ser conferidas no site http://www.teatropopulardeilheus.com.br.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: http://www.cultura.ba.gov.br

Serviço

Grupo Teatro Popular de Ilhéus
Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito
Quando:
 sábado, 23 de setembro, 16h30
Local: Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães – Itabuna
Ingresso: gratuito

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Jorge Portugal e Roberto Mendes levam o Violão e a Palavra para Escola Cultural de Itabuna

O secretário de Cultura da Bahia, Jorge Portugal, apresenta com o cantor e compositor Roberto Mendes o projeto ‘O violão e a palavra’, neste sábado, dia 16, às 19 horas, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna. A apresentação faz parte do projeto Escolas Culturais, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio das secretarias de Educação, de Cultura e de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social.

A música e a palavra estarão juntas no encontro em que o violão se une à poesia para mostrar a força da arte e da comunicação. A ‘palavra cantada’ mistura recital com músicas provocando o processo criativo dos dois artistas baianos. O acesso ao público de Itabuna será gratuito. O projeto tem como objetivo reunir pessoas que apreciam uma conversa animada. Os temas têm como guia a relação da palavra com a música.

Além de cantor e compositor, Roberto Mendes também é pesquisador de chula e samba de roda do Recôncavo. Jorge Portugal, secretário de Cultura do Estado, professor de português e literatura, também é reconhecido por seu talento para a poesia.

A expectativa é de um encontro de cultura e arte para quem curte literatura e música. Um espetáculo de gênero híbrido, que pode variar entre o debate e a aula-show, a depender do efeito do encontro de Mendes e Portugal com o público. O projeto pode contribuir para reduzir os efeitos das dificuldades de leitura e interpretação de textos. O objetivo é sensibilizar o público em geral e a população jovem para a importância do bom texto na formação do cidadão.

O “Violão e a Palavra” está bem de acordo com os princípios do projeto ‘Escolas Culturais’, cuja finalidade é fomentar ações que promovam experiências em cultura dentro das unidades da rede pública de ensino. A proposta entende a escola como centro de formação social, cultural e profissional e se propõe a fortalecer valores de cidadania a fim de proteger crianças e jovens dos efeitos da violência, da desinformação e, principalmente, da falta de perspectivas de vida.

Escolas Culturais – o projeto Escolas Culturais tem a proposta de fortalecer e dinamizar as escolas, por meio da cultura, em benefício da comunidade. O lançamento aconteceu no dia 27 de julho, em Itabuna, e foi marcado por uma grande festa, realizada no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, a primeira unidade de ensino a receber a iniciativa, que chegará, inicialmente, a 85 escolas, localizadas em 85 municípios de todos os Territórios de Identidade. As Escolas Culturais vão oferecer atividades nas áreas de dança, arte literária, música e audiovisual. O projeto é uma iniciativa do Governo do Estado, através das secretarias estaduais da Educação (SEC), de Cultura (SecultBA), de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS).

Projeto Escolas Culturais Apresenta: O Violão e a Palavra
Quando: 
16 de setembro, sábado, 19h
Local: Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, Itabuna – BA
Gratuito

 

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Projeto apoiado pelo Fundo de Cultura amplia formação de gestores na Costa do Descobrimento

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Economia Criativa e Empreendedorismo Cultural é o tema do curso do Projeto Cultura Nativa, realizado neste mês de setembro, com o objetivo de fortalecer a formação de gestores e agentes culturais no Extremo-Sul do Estado. Promovido pelo Instituto Mãe Terra, o curso conta com apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através do Edital de Formação e Qualificação em Cultura, com recursos do Fundo de Cultura.

Aprimorar as técnicas de gestão e produção nos municípios localizados no Território de Identidade Costa do Descobrimento é o objetivo da formação de gestores culturais locais. O Instituto Mãe Terra já havia promovido cursos em elaboração e financiamento de projetos; gestão e produção cultural; gestão orçamentária, econômica e financeira; e diálogo, comunicação e marketing.

O trabalho visa fortalecer a capacitação de gestores públicos de cultura e agentes culturais da sociedade civil com reconhecida atuação na área cultural. A prioridade é atendimento a Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Belmonte.

A gestora Roselene Costa Bezerra, aluna de elaboração de projetos, considerou o curso um “motivador de conhecimentos” que segundo ela, “nunca havia imaginado adquirir”. Outros participantes do curso destacaram a importância do curso para o campo da produção e da gestão cultural.

Segundo o gestor do Instituto Mãe Terra, Altemar Felberg, o objetivo do trabalho é promover o desenvolvimento cultural de comunidades rurais, periféricas e tradicionais.

A Mãe Terra tem se firmado como referência em elaboração, gestão, monitoramento e avaliação de programas. “Trabalhamos na perspectiva do empoderamento comunitário e formação para autonomia”, disse Altemar.

Mais informações sobre o trabalho desenvolvido pelo Projeto Cultura Nativa podem ser obtidos nos sites www.materra.org.br e  https://www.facebook.com/pg/maeterra.org.br

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.

Projeto de cultura apoiado pelo Governo da Bahia chega a Maraú nesta quinta-feira (14)

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Projeto itinerante de cultura financiado pelo Governo da Bahia favorece a população de Maraú, na próxima quinta-feira (14), por meio de oficinas, intervenções artísticas e diálogo com a comunidade, no Colégio Municipal Dr. Antenor Lemos, das 9h30 às 16 horas. Realizado pelo Fórum de Agentes, Empreendedores e Gestores Culturais do Território Litoral Sul (FAEG-Sul), o evento terá como ponto alto apresentações da Sociedade Filarmônica Lira da Conceição, das crianças do Serviço de Convivência e Vínculos com Puxada de Rede, Capoeira, Maculelê e Dança Afro e também do grupo de dança do professor Eilson Feire.

A programação segue com diálogo entre o presidente do fórum, Victor de Aziz e a comunidade, além das participações de autoridades municipais e de parceiros institucionais do projeto. Após intervalo para almoço, serão realizadas as oficinas de Patrimônio Cultural e de Teatro – Trilhando Artes, na mesma escola, ambas limitadas em 30 vagas. As inscrições já estão abertas na Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes e pela internet, via link http://faegsul.com/oficinas/

O projeto conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, (Edital Nº 24/Territórios Culturais), por meio do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. Já passou por Itapé, Santa Luzia, Itapitanga, Mascote, Almadina e São José da Vitória. Segue para Maraú (14 de setembro), Pau Brasil (19 de outubro), Jussari (9 de novembro) e Itaju do Colônia (14 de dezembro).

Oficinas – A oficina de teatro será ministrada pela atriz e produtora cultural Eva Lima, que tem experiência de 30 anos na área artística. Ela já trabalhou em 50 espetáculos de teatro e 28 filmes nacionais e estrangeiros, participou da novela Renascer (Rede Globo), foi instrutora técnica da Fundação Cultural do Estado da Bahia no Projeto Chapeu de Palha, coordenou importantes festivais culturais no estado. Participou da criação dos colegiados setoriais das artes da Bahia, com destaque nas eleições para o teatro. Foi assessora de Marketing Cultural da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e administradora do Teatro Zélia Lessa em Itabuna. Atualmente, é presidente da Associação Amigos do Teatro (ACATE) e membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL).

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Foto: Alex Santos

A oficina de patrimônio cultural será conduzida por Maria Helena Tavares, curadora do Memorial Misael Tavares, membro do Colegiado Setorial de Cultura da Bahia e presidente da Rede de Museus e Pontos de Memórias do Litoral Sul da Bahia e Maria Aurea de Souza, vice-presidente do FAEG-Sul, membro da Rede de Museus do Território Litoral Sul da Bahia, Comissão Estadual dos Pontos de Cultura, Colegiado de Espaços Culturais da Bahia e do Ponto de Cultura da Fundação Movimento de Corais Canto da Artes em Itapetinga. Maria Helena é licenciada em Educação Artística, Artes Cênicas e Serviço Social; acadêmica do curso de Direito e pós-graduada em Prática do Ensino da Arte e em Metodologia para Educação Profissional. Maria Áurea é licenciada em Pedagogia pela Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna – FESPI, pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior e em Supervisão Escolar.

O FAEG-Sul é um espaço para discussão de Políticas Públicas de Cultura, formado por instituições públicas e privadas, produtores e grupos independentes voltados às questões específicas de interesse do setor. Discute e age em torno das questões relativas à formação para as políticas e gestão cultural, qualificação de mão de obra técnica, financiamento, captação de recursos, trocas de experiências, trabalho em rede, parcerias e suporte às iniciativas artísticas e culturais do Território Litoral Sul.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.

Serviço:

Projeto FAEG-Sul Itinerante 2017.
Data: 14 de setembro de 2017 –  9h30 às 16 horas.
Local: Colégio Municipal Dr. Antenor Lemos –  Tv. Ayres Costa, s/n.
Entrada gratuita.

SecultBA participa de lançamento do manifesto Quero Cultura durante reunião de dirigentes em Brasília

dirigentesesecdecultura298A SecultBA esteve presente nos dias 28 e 29 de agosto no Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados, que se reuniu na capital, Brasília, para discutir os rumos da cultura do país. Durante o evento, também foi reunido pela primeira vez o Fórum dos Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados. O manifesto “Quero Cultura”, que propõe uma campanha de mobilização e traz nove pontos defendidos pelos fóruns, foi lançado na ocasião e entregue ao Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

Entre os pontos defendidos, estão a integralidade do Ministério da Cultura e o fortalecimento do diálogo do MinC com a sociedade e os fóruns nacionais de dirigentes de cultura; o fortalecimento do perfil técnico do MinC e a valorização dos servidores de carreira; a regulamentação do Sistema Nacional de Cultura; e os cumprimentos contratuais dos objetos firmados em torno dos convênios entre o MinC e os órgãos gestores de cultura no âmbito estadual e municipal. “A Bahia mantém, com muitos esforços, os principais programas de cultura em contínua atividade, exemplo disso são os Pontos de Cultura, que aqui, temos novas 126 instituições conveniadas”, destaca o superintendente de desenvolvimento territorial da cultura da Bahia, Sandro Magalhães, representante da SecultBA no evento.

“A Cultura tem papel central no desenvolvimento do País e não pode ser política secundária e complementar”, traz o manifesto assinado pelo Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados e o Fórum dos Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados, que defendem o fortalecimento das políticas culturais e do Ministério da Cultura (MinC). “Os dirigentes de cultura dos estados dos principais municípios brasileiros estão unidos para defender as políticas públicas de cultura. Não podemos deixar que MINC seja fragilizado”, declara Sandro Magalhães.

O evento discutiu a retomada dos convênios do MinC com estados e municípios, o fortalecimento de programas como o Cultura Viva e os Pontos de Cultura, além da campanha a ser lançada nos próximos meses, com culminância em 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura, com uma mensagem de defesa em torno da política cultural brasileira. A ação tem o objetivo de envolver todos os municípios e ressaltar o papel estratégico da cultura para o desenvolvimento. “Escrevemos um manifesto não apenas para ser entregue ao Ministério da Cultura, mas sim um documento para a sociedade brasileira, sobretudo para as pessoas do campo artístico e cultural”, ressaltou o presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados, Fabiano dos Santos Piúba, também secretário da Cultura do Estado do Ceará.

Outros pontos do manifesto são a consolidação das políticas de produção regionalizada de conteúdo artístico; a renovação da Lei do Audiovisual; a criação de legislação nacional alternativa à Lei 8666/1993, para promover a desburocratização dos processos de contratações artísticas e serviços culturais; o apoio ao uso das inovações trazidas pela legislação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC – Lei 13019 de 2014) na gestão pública cultural; e o apoio ao uso das inovações trazidas pela legislação do Programa Cultura Viva.

*Com informações da Secretaria de Cultura do Ceará*A SecultBA esteve presente nos dias 28 e 29 de agosto no Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados, que se reuniu na capital, Brasília, para discutir os rumos da cultura do país. Durante o evento, também foi reunido pela primeira vez o Fórum dos Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados. O manifesto “Quero Cultura”, que propõe uma campanha de mobilização e traz nove pontos defendidos pelos fóruns, foi lançado na ocasião e entregue ao Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

Entre os pontos defendidos, estão a integralidade do Ministério da Cultura e o fortalecimento do diálogo do MinC com a sociedade e os fóruns nacionais de dirigentes de cultura; o fortalecimento do perfil técnico do MinC e a valorização dos servidores de carreira; a regulamentação do Sistema Nacional de Cultura; e os cumprimentos contratuais dos objetos firmados em torno dos convênios entre o MinC e os órgãos gestores de cultura no âmbito estadual e municipal. “A Bahia mantém, com muitos esforços, os principais programas de cultura em contínua atividade, exemplo disso são os Pontos de Cultura, que aqui, temos novas 126 instituições conveniadas”, destaca o superintendente de desenvolvimento territorial da cultura da Bahia, Sandro Magalhães, representante da SecultBA no evento.

“A Cultura tem papel central no desenvolvimento do País e não pode ser política secundária e complementar”, traz o manifesto assinado pelo Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados e o Fórum dos Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados, que defendem o fortalecimento das políticas culturais e do Ministério da Cultura (MinC). “Os dirigentes de cultura dos estados dos principais municípios brasileiros estão unidos para defender as políticas públicas de cultura. Não podemos deixar que MINC seja fragilizado”, declara Sandro Magalhães.

O evento discutiu a retomada dos convênios do MinC com estados e municípios, o fortalecimento de programas como o Cultura Viva e os Pontos de Cultura, além da campanha a ser lançada nos próximos meses, com culminância em 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura, com uma mensagem de defesa em torno da política cultural brasileira. A ação tem o objetivo de envolver todos os municípios e ressaltar o papel estratégico da cultura para o desenvolvimento. “Escrevemos um manifesto não apenas para ser entregue ao Ministério da Cultura, mas sim um documento para a sociedade brasileira, sobretudo para as pessoas do campo artístico e cultural”, ressaltou o presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados, Fabiano dos Santos Piúba, também secretário da Cultura do Estado do Ceará.

Outros pontos do manifesto são a consolidação das políticas de produção regionalizada de conteúdo artístico; a renovação da Lei do Audiovisual; a criação de legislação nacional alternativa à Lei 8666/1993, para promover a desburocratização dos processos de contratações artísticas e serviços culturais; o apoio ao uso das inovações trazidas pela legislação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC – Lei 13019 de 2014) na gestão pública cultural; e o apoio ao uso das inovações trazidas pela legislação do Programa Cultura Viva.

*Com informações da Secretaria de Cultura do Ceará*

Festival da Canção abre inscrições para músicos de Irecê e 20 cidades vizinhas

festcantiEstão abertas até 30 de setembro as inscrições para o Festival da Canção do Território de Irecê, o FestCanti, programado para os dias 17 e 18 de novembro, com o objetivo de valorizar a música popular e contribuir para o fortalecimento da cultura musical. Basta que o concorrente envie para o e-mail festcanti@gmail.com a ficha de inscrição, a cópia da letra e a gravação da música em formato mp3.

O Festival da Canção do Território de Irecê é um dos projetos contemplados no Edital Territórios Culturais, proposto pela Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), através da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), com recursos do Fundo de Cultura.

Segundo seus organizadores, o festival visa também criar espaços para intercâmbios, trocas e divulgação de músicos e compositores do Território de Irecê, localizado na região central do Estado. Podem concorrer moradores que estejam há pelo menos dois anos nos municípios de Irecê América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Uibaí, Cafarnaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Ipupiara, Irecê, Itaguaçu e João Dourado.

Também são esperadas no FestCanti, inscrições de outros municípios que integram o Território de Irecê, como Jussara, Lapão, Mulungu do Morro, Presidente Dutra, São Gabriel e Xique-Xique. Cada concorrente poderá inscrever até duas músicas, classificando uma delas. A canção terá duração máxima de cinco minutos e não poderá ter sido gravada comercialmente antes de sua apresentação. A fase eliminatória terá 20 composições e acontecerá no dia 17 de novembro. Para a grande final, no dia seguinte, serão classificadas 10 músicas. As duas fases serão realizadas na Praça Largo da Pátria, no município de São Gabriel.

Os concorrentes do Festival da Canção do Território de Irecê terão à disposição, aparelhagem de som completa: os instrumentos e músicos arranjadores ficarão por conta dos participantes. O primeiro ao décimo lugares terão premiação de R$ 1,5 mil, cada. A ficha de inscrição e mais informações estão disponíveis no site https://festcanti.wixsite.com/festcanti.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.

Mulheres do Samba de Roda: viva as sambadeiras do Recôncavo!

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As sambadeiras de maior referência para o samba do Recôncavo da Bahia levam a Maragojipe, Muritiba, Conceição do Almeida e Saubara, entre agosto e novembro de 2017, o documentário Mulheres do Samba de Roda – com direito a roda de conversa após a exibição –, performance musical e exposição do livro que conta um pouco das suas histórias de vida. Foram selecionadas 16 mestras de 15 localidades baianas (Acupe, Bom Jesus dos Pobres, Cachoeira, Camaçari, Ilha de Vera Cruz, Feira de Santana, Irará, Maragojipe, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Saubara, Simões Filho, Teodoro Sampaio, Conceição do Almeida e Cruz das Almas). Aqui, neste link, você pode saber mais sobre as sambadeiras: http://www.cultura.ba.gov.br/2017/08/14234/Fundo-de-Cultura-apoia-projeto-de-circulacao-das-Mulheres-do-Samba-de-Roda.html

Jackson Costa: “objetivo do Projeto Escolas Culturais é unir arte, educação e cultura”

 

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O padrinho do Projeto Escolas Culturais, lançado pelo Governo do Estado, é o ator Jackson Costa. Afirmando ter acolhido a proposta como “uma mãe acolhe um filho”, Jackson entende que a redução dos índices de violência depende de projetos como o Escolas Culturais, por unir “educação, arte e cultura”. Aqui, nesta entrevista ao Diário Bahia, de Itabuna, você pode ler algumas das ideias de Jackson Costa acerca do novo projeto do Governo do Estado.

http://diariobahia.com.br/jackson-costa-abraca-escolas-culturais-como-caminho-contra-violencia-em-itabuna/

Projeto cultural do Faeg-Sul alcança 10 municípios baianos

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O município de São José da Vitória vai receber, no próximo dia 10 de agosto, a visita do projeto itinerante do Fórum de Agentes, Empreendedores e Gestores Culturais do Território Litoral Sul (Faeg-Sul). Na pauta, estão previstas oficinas gratuitas de patrimônio cultural e roda de conversa sobre cidadania cultural, além de manifestações artísticas locais. O encontro ocorrerá no Colégio Estadual 13 de Junho, localizado na Av. ACM, s/nº, Nova Vitória.

São dez municípios contemplados. O Faeg-Sul começou em Itapé, onde foi realizado, entre outras atividades, um curso de contação de histórias. Já em Santa Luzia o centro educacional sediou apresentações de música, dança, teatro, cordel e exposição de artesanato. Depois do município de Mascote receber a visita da caravana cultural do Faeg-Sul, foi a vez de Itapitanga sediar palestras e apresentações artísticas. Maraú, Pau Brasil, Jussari e Itaju do Colônia serão os próximos municípios visitados pelo Faeg-Sul.

Na visita mais recente, em Almadina, o presidente do Faeg-Sul, Victor Aziz, apresentou as propostas e ações do fórum e coordenou plenária sobre os desafios para as políticas culturais do território, que deliberou pela elaboração de uma carta aberta. O documento firmado por gestores, ativistas, dirigentes municipais e cidadãos interessados em políticas culturais, reivindica valorização da produção artística regional e fortalecimento dos conselhos municipais de cultura.

A Escola Municipal Pouso Alegre, em Almadina, transformou-se em sede para a valorização da cultura local e interação entre agentes culturais da região, objetivo do projeto apoiado pelo Governo do Estado. O Faeg-Sul conta com apoio financeiro por meio do Edital Nº 24/Territórios Culturais, em trabalho da Secretaria de Cultura, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult).

O projeto teve a participação do Reisado Cristo Rei, Associação de Capoeira Filhos de Zambiacongo, Grupo de Dança Origem, Quadrilha Sertaneja Pouso Alegre, dupla Joice e Raissa e os músicos Ribeiro e Roberto. Também foi realizada em Almadina, por meio do Faeg-Sul, uma exposição de artesanato com Alcimar Barros, Marcia Natividade, Fabiana do Bolo, Sirlandia Dias e Jocelma.

As atividades contaram com representantes de Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Serra Grande, Coaraci, Ubaitaba e Canavieiras. A prefeitura de Almadina deu total apoio. A secretária de Educação, Cultura e Esporte, Isabela Brito, destacou a participação da comunidade enquanto o diretor do Departamento de Cultura, Rogério Silva falou destacou as políticas culturais.

O encontro cultural em Almadina teve a oficina de Vivências Musicais, ministrada pelo maestro e professor Letto Nicolau. O cerimonial do evento foi planejado e conduzido pela proponente do projeto, atriz Eva Lima.

Na solenidade de abertura, o secretário de Administração, Tarcísio Cardoso, enfatizou o compromisso da prefeitura com a cultura. O secretário de Governo, Hamurabe Flores, declamou e distribuiu suas publicações de cordel. O gestor cultural Paulo Cidade conduziu oficina sobre leis e diretrizes necessárias à implantação dos sistemas municipais de cultura.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.